Produções Teológicas

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Idolatria: Desvio de Fé e Vida na Crítica sapiencial
IDOLATRIA: um desvio da fé e da vida criticado na literatura de sabedoria

RESUMO: O movimento sapiencial visa a salvaguardar a ordem do cosmo estabelecida por Deus
na Criação, por isso busca levar o homem a um conhecimento de si e de Deus. A ordem de Yhwh consiste em que a vida seja o canteiro fecundo no qual, pela fé, germine belas paisagens. A ética, segundo o sábio, é expressão significativa da relação teológica. Deus implica o ser humano, o sábio, a agir bem, visando à sabedoria de todos. Neste sentido, o presente trabalho procura interpretar na literatura sapiencial, em especial os Sl 113 e 115 e Sb 13-15, a fonte do desvio da verdadeira fé que conduz à verdadeira ação. A idolatria é corrupção e desvio de conduta. Assim, o sábio procura propugnar uma crítica que venha a minar a situação de pecado, gerada pela idolatria.

PALAVRAS CHAVES: Literatura sapiencial. Fé. Ética. Ordem cósmica. Idolatria


http://periodicos.pucminas.br/index.php/interacoes/article/view/6152/5706


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Magistério de Todos: um estudo a partir da Sequela Jesu de Edward Schillebeechx


http://vidapastoral.com.br/artigos/pastoral-e-comunicacao/magisterio-de-todos-um-estudo-a-partir-da-sequela-jesu-de-edward-schillebeechx/   



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PÁSCOA

QUANDO Cristo adentra o verdadeiro paraíso



Pe. Júnior Vasconcelos do Amaral
A Pessach , Opaco tradicionalmente se traduz POR Páscoa UO Passagem, nestes ultimos celebrada Dias, Tanto POR judeus cristãos Quanto POR, E SEM Dúvida hum Acontecimento imprescindível par se compreender a História de Moisés com o Povo de Deus ea História de Jesus com Seu Povo Cristão . São protagonistas Moisés e Jesus fazem MESMO Evento, Vivido e celebrado em Tempo e Espaço Diferentes. A Ha Mais de 3500 Anos Moisés Parte los Direção à Terra da Promessa, visando à Libertação do Povo Seu cativo Localidade: Não Egito. Apos UMA Narrativa das Dez Pragas sobre o Egito, relatadas Localidade: Não hebraico Livro - Shemot - Exodo (7,14-11,10), encontramos UMA Narrativa da Páscoa judaica los 12,1-13,22. Localidade: Não se Diz Respeito Que a Jesus, milênios Que viveu HÁ DOIS, PODE-se encontrar na Narrativa sinóptica (cf. Mt 26, 17-35; Mc 14, 12-31; Lc 22,3-38), e nenhum Segundo Evangelho João (13,1-15) DIVERSAS Indicações sobre o Evento da Páscoa, celebrada POR Elemento.
A Palavra Pessach, de Etimologia Desconhecida, PODE significar Passagem, saltar, omitir UO Proteger *. Localidade: Não HÁ na gramática hebraica UMA Definição concreta e Exata Parágrafo ESTA Expressão, Opaco E Tanto utilizada nenhuma Oriente POR judeus Quanto No Ocidente, EM SUA maioria Crista. Sabe-se, contudo, Que estabele Palavra compreende teologicamente UMA profunda Realidade Vivida POR Moisés, o Líder Carismático do Povo da Antiga Aliança e POR Jesus de Nazaré, O filho de Deus e SEUS Discípulos e discípulas Localidade: Não Fazer Contexto Novo Testamento.
Segundo o Dicionário Bíblico de J. Mackenzie, o Termo Páscoa ESTA relacionado à festa dos Pães Azimos ( Chag haMatzot). "O rito Consiste de hum Banquete los Opaco hum cordeiro de hum Ano comido E. O cordeiro assado Desvio INTEIRO Serviços, e Aquilo Que Localidade:. Era Localidade: Não comido no ser Banquete Desvio Queimado Antes Fazer dia seguinte Os comensais comiam-no de Pe e Parágrafo vestidos Viagem. Borrifava-se Sangue Nos umbrais das Portas do Pará afastar o anjo desturidor, Que Matou OS primogenitos dos egípcios ** ". Este relato PODE Ser observado los Ex 12,3-14. Segundo UMA nota de roda-pé da Biblia de Jerusalém (BJ), a Associação do Termo Páscoa com UMA festa dos Azimos se Dá Pela Mão fazer teólogo javista, SEJA OU, da Escola Javista (J) (12,34 MAIS 39) Opaco apresenta o Velho rito pascal dos Pães SEM FERMENTO EM Relação com a SAÍDA do Egito. A BJ AINDA ressalta a Associação Entre a décima ea praga SAÍDA do Egito, Que Seria Algoritmo ocasional, POIs UMA SAÍDA do Egito PODE ter Lugar nenhum Proprio Momento da festa. A Tradição sacerdotal relaciona TODO o ritual da Páscoa a décima praga e à SAÍDA do Egito (Ex 12,11 b.14.42).
Mas Duas seriam UO UMA Só festa? A BJ Afirma Que "se o Texto parece DiZer Opaco Como celebrações da Páscoa e dos Azimos nasceram com a SAÍDA do Egito, festas na Realidade Trata-Sé de Duas originariamente distintas: os Azimos seriam UMA festa Agrícola Opaco Só começou a celebrada Serviços los Canaã , e que foi Localidade: Não unida à Páscoa UMA Localidade: Não Ser DEPOIS da Reforma religiosa realizada POR Josias (para UMA Melhor compreensão Desta Reforma Consulte o local de http://www.airtonjo.com/historia24.htm .) A Páscoa, de Origem pré-Israelita, E UMA festa anual de Pastores Nômades, Parágrafo O Bem dos Rebanhos. Início Fazer O relato Antigo (v.21), Que hum menciona explicação SEM, supõe Opaco ELA JÁ era conhecida, ee verdadeiramente Uma "festa de Javé "Que Moisés pediu AO Faraó hum Parágrafo Permissão Celebra-la (cf. 5,1). Dessa forma hum LigAção Entre UMA Páscoa, UMA SAÍDA décima praga do Egito ea Seria apenas ocasional" (acréscimo Nosso). ***
No entanto, preferimos nn amparar na Afirmação tradicional de Opaco UMA Páscoa , Como se relata los Vários momentos da literatura Fazer AT, sobremaneira Ex 12, constitui, fundamentalmente, à SAÍDA de Israel do Egito, da casa da Escravidão (Jz 6,9) . Contudo, respeitamos UMA nota Crítica da BJ Opaco afirmou hum associoação ocasional Entre Páscoa e SAÍDA do Egito.
No Opaco se, Comunique a Jesus, Elemento celebrou com SEUS Discípulos Localidade: Não Contexto da Páscoa . OUTROS EM Vale lembrar também da Momentos Que Jesus ESTA relacionado à Fé de Israel. Por Exemplo, NAS SUAS Visitas AO Templo, na Passagem Pela sinagoga de Nazaré, na Encontro com a Samaritana Localidade: Não Poço de Jacó, ao Largo do Monte Garizim, Lugar de Culto a YHWH. Neste SENTIDO, É indispensável AFIRMAR Que Jesus participava integralmente da Fé religiosa de Israel . Uma ceia Fazer Lava-PSE, particularmente narrada POR Jo (13,1-15), Nao ESTA los discrepancia UO desintonizada da ceia judaica - a Hagadá da Pessach. Jesus celebra a Última Ceia com SEUS Discípulos SEM OS cindir Protocolos da Tradição. No entanto, ele, o Mestre e Senhor, acrescenta à SUA celebração pascal Traços próprios obviamente, de Modo especial a SUA Própria Experiência e Condição de servo de Deus (Is 42). Pautamos ESTA Afirmação sobre o Gesto profético de Lavar OS PÉS dos Discípulos, um Pelos Gesto Que era Localidade: Não praticado Chefes das Casas, MAS Pelos servos - UO OS Escravos das Casas.
Localidade: Não SENTIDO da serviçalidade de Jesus, PODE-SE Pensar na Associação Feita Entre Este EO Cordeiro, de Modo especial na Afirmativa de João Batista: (. Jo 1,29 36) "Eis o cordeiro de Deus Que tira o Pecado do Mundo", possivelmente com UMA alusão AO pascal cordeiro. Jo 19,36 provavelmente atribui UMA tipologia do Cordeiro pascal a Jesus, Como FAZ Paulo los 1Cor 5,7. A Tanto vaga atribuição E hum, de que o cordeiro pascal Localidade: Não E claramnete hum Sacrifício Localidade: Não AT. Uma tipologia Entre UMA ceia pascal ea Eucaristia E sugerida apenas los Lc 22,16 NAS passagens relativas eucaristia UMA. Visto Que a morte de Jesus ocorreu POR Ocasião da Páscoa, muitos Temas introduzidos Pascais FORAM na liturgia Cristã da Semana Santa e da Páscoa Fazer Ciclo (cf. MACKENZIE, p. 696).
 Segundo José Antonio Pagola, A Última Ceia de Jesus Localidade: Não se trataria de UMA ceia pascal. Pagola Afirma: "E Verdade Que algumas Fontes indicam Que Jesus Quis Celebrar com SEUS Discípulos UMA ceia da Páscoa UO seder, . na quali OS judeus comemoram a Libertação da Escravidão Egípcia No entanto, AO descrever O Banquete, Nao se FAZ UMA Única alusão à liturgia da Páscoa, nada se Diz sobre o cordeiro pascal NEM das Ervas amargas Que se COMEM nessa Noite, Nao se RecordA ritualmente a SAÍDA do Egito, tal Como estava prescrito. Por Outro Lado, E impensável Opaco nessa MESMA Noite em Opaco Todas Como FAMÍLIAS estavam celebrando UMA CEIA Mais Importante Fazer Calendário judaico, sumos OS SEUS sacertdotes e ajudantes largassem Tudo Parágrafo Ocupar-se com UMA Detenção de Jesus e organizar UMA reuniao Noturna com UMA finalidae de ir formalizando Como acusações Mais Sepulturas contra ele "(PAGOLA, JA Jesus Aproximação Histórica Petrópolis:.. 433 Vozes, 2010 p) .. Segundo Pagola, parece Mais verossímil A Informação de outra Fonte Opaco situal ceia de Jesus UMA Antes da festa da Páscoa. De Fato, ESTA UMA consideração sobre ceia de Jesus celebrada los Um Dia Antes, o MAS Localidade: Não pascal Contexto, parece Bastante pertinente, POIs na Páscoa OS Sumo-Sacerdotes atuavam Como chefes de Família, entao hum Preocupação com Jesus Seria irisória e estaria los Segundo Lugar.
            Inversamente à tese de Opaco Jesus Localidade: Não celebrou UMA Páscoa, Mas Que Elementos havia celebrado ceia-Refeição UMA de despedida dos Discípulos, encontramos outra Teoria, defendida POR Joachim Jeremias e Joachim Gnilka, que assegura que Jesus celebrou a Páscoa sim. Esta Teoria se alicerçou, principalmente, EM LC 22,15, Onde se Afirma: "Quanto desejei Celebrar ESTA Páscoa convosco Antes de Morrer!". De acordo com o Evangelho de João, Elementos FOI Crucificado na Vespera da Páscoa (18,28) e, portanto, ceia UMA FOI Antes da Páscoa, também Paulo Localidade: Não Fala Nada a Respeito de Uma ceia "pascal" (1Cor 11,23 - 26). Atualmente, muitos biblistas colocam objeções Quanto AO carater pascal da Última Ceia UO UMA interrogação colocam soluço (Léon-Dufour, Roloff, Theobald, Entre OUTROS). Embora Localidade: Nao tenhamos atingido consenso hum POR unanimidade sobre o Teor da ceia pascal de Jesus, vale lembrar Opaco UMA inteção DELE, enquanto mestre daquela cerimónia, era Celebrar a Páscoa, Aqui voltamos a nn amparar los Lc 22,15 "Muito desejei comer convosco ESTA Páscoa ".
Destarte, PODEMOS NAO Negar o carater solene da ceia celebrada POR Jesus Discípulos e SEUs. Os RELATOS Bíblicos dizem Opaco Elemento celebrou UMA CEIA COM OS Doze , Nao descartando obviamente UMA possibilidade de Opaco OUTROS Discípulos e discípulas estivessem Lá presentes. JA Pagola, Afirma Que "Seria Muito Estranho Que, contra Seu traje de compartilhar UMA mesa com TODO Tipo de PESSOAS, inclusive pecadores, Jesus adotasse de Repente UMA atitude Tão Seletiva e restrita". (Pagola, p. 434). Provavelmente havia, naquele pascal Contexto, muitas Mulheres Que vinham da Galiléia los caravana com Jesus, POIs ELAS inclusivas estavam, posteriormente, Diante da cruz, Como testemunhas qualificadas. Segundo o Evangelho de Marcos, OS Tais Mulheres seguiam e serviam a Jesus, desde que partira Elemento da Galiléia (Mc 15,40-41). Sobre a Diaconia e seguimento das Mulheres PODEMOS VOLTAR A TRATAR los Outro Momento com Maior Densidade Teológica.
O Que conflui NAS Realidades Pascais vividas e celebradas Tanto POR Moisés Quanto POR E Jesus, Sem Dúvida, o Desejo de Libertação . Para o Primeiro, o Líder Moisés, o Desejo de Libertação consistia los ver Seu Povo Livre do Poder egípicio e das Mãos Fazer Faraó. A Libertação constitui Condição arquetípica da criaturalidade. Pois, Deus cria a Partir de SUA Liberdade e Parágrafo a Liberdade. Força Localidade: Não HÁ nada Que Deus hum CRIAR. Ele. cria Tudo o Que existe Como dom. Portanto, a Liberdade E o FIM Último Fazer Serviços CRIADO POR Deus, OU SEJA, SUA Realidade teleológica. Pará. Segundo o Líder, Jesus de Nazaré, a Liberdade Consiste los Estar Livre Parágrafo Fazer UMA Vontade Fazer Criador. Para Jesus, a Verdadeira Liberdade ea Libertação Fazer SER HUMANO consistiam los Fazer UMA Vontade de Deus e Localidade: Não los executar OS Caprichos Fazer judaísmo legalista de tendenciosamente SUA Época. Certamente, Parágrafo OS cristãos de Hoje, o paradigma da Liberdade de Cristo (Gl 5) vale sobremaneira Parágrafo a Prática das Normas Que estejam balisadas Pela da Vontade de Deus. Nem de Semper percebemos que executar UMA Vontade dos Homens, MESMO Opaco Estes Sejam Revestidos de Títulos de hierárquicos, Nao significa Fazer UMA Vontade de Deus. Cristo Nos Chama à Liberdade (Gl 5,13) Que Elementos MESMO FOI Libertado, à Liberdade de Ressuscitado, à Liberdade daquele Que se Colocasia inteiramente confiante NAS Mãos de Deus. Cristo E Libertado Pela Caridade do Pai EE UM ESTA MESMA Caridade Que Somos chamados a Viver.
A vislumbrada Liberdade de Cristo E, EM SENTIDO tipológico ****, na Relação Moisés-Deus. Moisés EO Homem Que FAZ UMA Vontade FAZ Senhor. Para a Tradição Bíblica Elemento E considerado o mediador da Lei (Dt 11), AQUELE Que da cataliza UMA Promessa EA lei , executando ESTA e convidando o Povo a Acreditar Naquela, levando à plena Ambas Realização (cf. Ex 19,3-8; Dt 34,4). Embora Moisés Localidade: Não tenha Realizado hum Parágrafo Passagem a Terra Prometida (Dt 34,4 b), Elemento acreditou na Promessa , viabilizando AOS SEUS legatários UMA Realização fazer Feito: passar . Paragrafo a Terra de Canaã Em contrapartida, Jesus Realiza POR Excelência a Entrada Triunfal na Verdadeira "Terra da Promessa", nenhum paraíso Destinado AO Ser adâmico CRIADO POR Deus. Jesus adentra o Paraíso (Lc 23,43), o Reinado de Deus, à Realidade plena, UMA quali TODO Gênero Humano E Destinado a assumir.
Por FIM, afirmamos Pela Força de Nossa Fé Que Jesus Cristo, EM SUA Pessach , toma posse definitiva da Terra, da Realidade celeste e assumir Nesta UMA destra do Divino Trono (cf. Sl 110,5; Mc 16,19). Jesus E o novo Moisés Que ágora adentra Como Portas da Terra Prometida, Nao Lugar sacrossanto do Paraíso POR NÓS esperado. A Consiste AINDA Páscoa de Jesus los SUA Vida assumida Pelo Pai. Por ISSO Elemento, o Filho, E Capaz de n º s redimir, POIS FOI POR acolhido Deus. Destarte, o "que era Localidade: Não assumido", Nao poderia redimir nn (São Gregório de Nissa 394 d C..). DESTE modo, acreditamos Que Nossa Vida ESTA escondida com Cristo (Cl 3,3), POIs Elementos, Primicia dos Opaco morreram (1Cor 15,20) e Primogénito empre ressuscitados Sistema Operacional, E AQUELE Opaco Inauguração los definitividade UMA Verdadeira Vida em Deus, Localidade: Não Paraíso - Lugar querido e deseja POR de Todos os Opaco Temperatura Fé e esperam Pela Verdadeira e peremptória Passagem.

* Cf. .. BIBLIA DE JERUSALÉM. São Paulo:. Paulus, 2010 Nota de rodapé Fazer Ex 12,11.
Cf. . ** MACKENZIE, JL . Dicionário Bíblico São Paulo: Paulinas, 1983 p .. 696.
*** Biblia de Jerusalém, nota explicativa sobre o Termo Páscoa. Op. Cit.
**** Moisés e Imagem de visualização image de Cristo. Se Cristo E thipós Figurativa , Moisés E considerado antítipo, Figurativa antecipada Opaco Opaco Vira, OU SEJA, de Cristo.






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JESUS ​​CRISTO, SALVADOR

Introdução

            O Presente Ensaio de Cristologia - na incursão Pela Temática Humanização de Deus , Fazer Programa de Pós Graduação da Faculdade Jesuíta de Belo Horizonte, a proposta Pelo prof. Hurtado - Visto a discutir UMA Preposição Jesus Cristo, o Salvador levando los consideração UMA Ação reveladora de Deus na Encarnação do Verbo, na humanização de Deus, Isto É, na SUA condescendência los Relação AO SER HUMANO, Homem / Mulher, CRIADO a Imagem de Deus, Destinado à Salvação, à plenificação escatológica.  Este Trabalho TEM também Como intenção perscrutar hum Temática humanização de Deus, visando los Primeiro plano de UMA Ação salvífica de Jesus a Humanidade Toda. Por Ultimo, deseja-se compreender a humanização Fazer Homem Como Acesso a Deus. Nossa Preocupação Primeira E salvaguardar hum propositiva Jesus Cristo, homem-Deus [1] , Como Via de Acesso a Deus e SUA Salvação.

1. Jesus Cristo, o Salvador

A pressuposição de Jesus Cristo Como Poder de Salvação Fazer Gênero Humano ESTA implícito nenhum carater da Revelação divina [2] . A Consiste Salvação na condescendência de Deus par com o Homem. Salvação, Como hum teologúmeno da Fé Cristã e A Expressão da Relação Entre Deus EO SER HUMANO. Deus admitem SERVICOS AO CRIADO UMA Vida Plena e Completa. Evidentemente Localidade: Não salvifico plano, a Criação se Colocasia Como SAÍDA de Deus e Retorno a Deus. Se Deus E Pleno, Seres OS criados o Estação los plena Relação com a Perfeição Divina e Destinados a ELA [3] .  Deus deseja SALVAR O Homem e O Este Busca desejosamente, visando a Salvação, a plena Relação com a Graça. Na compreensão de Paul Tillich, a Revelação, Como hum carater salvifico de Jesus Cristo, constitui-se "se Manifestação extática Fazer Fundamento Fazer Ser los Eventos, Pessoas e Coisas". Portanto, Salvação E Manifestação gratuita e amorosa de Deus. O Apóstolo nn atesta Opaco, "Pelo grande de amor com Opaco nn amou," por Graça "SOMOS salvos (Ef 2,4.8).
Uma los Jesus Manifestação salvífica, UMA Partir Fazer isso foi assumido [4] Pelo Filho, privilegia TODO Gênero Humano. Deus se encarna, se Torna Homem. Na quenose Fazer Filho, AO assumir Nossa Existência e Fazer-se de hum / Como NSA (Fl 2,7: Heauton ekenosen ), vislumbra-se a afeição de Deus pela Vida Humana, conduzindo-a a extrema Experiência da Morte, na Espera vigilante da Ressurreição. Todo SER HUMANO E afetado Pela Expressão salvífica Fazer Filho de Deus, Feito Homem. Toda Humanidade é "atingida" filial Pela Redenção. Desse modo, Poder-se-ia compreender a pró-existencial Dimensão Opaco Verbo encarnado, Nao suprimindo, evidentemente, um pré-Existência Fazer MESMO. Um total de Existência de Jesus E Pró-Ativa, EM vista da Salvação de Toda Criação, edificada Nele Elemento e para (Jo 1,3; Cl 1,15-16; Hb 1,2; 2,8). Ora, Jesus "Morreu POR ( hiper significa "o" ou "em favor POR Causa de" OU "em relaçao com") nossos Pecados "(1Cor 15,3;. cf Gl 1,4; 1 Cor 6,20).
Ao aferir UMA Palavra sobre Cristo, o teólogo-fiel ESTA delineando OS Limites da cristologia, subentendida com Aproximação de Jesus. Tal Aproximação Localidade: Não restrita ESTA AO campo da Cognição, mas situada na Dimensão da adesão, da Fé, da Experiência de Ser salvo. José Comblin Afirma Que a Fé Jesus Cristo los Localidade: Não Pertence à Ordem do Conhecimento e da Representação Politica UO eclesiástica, mas sim, da Vida, EM SENTIDO Seu Amplo e radical. [5]
Destarte, a Partir da adesão de Fé los Jesus, Percebe-se que Toda Palavra sobre Elementos, OU SEJA, UMA argumentação cristológica, Passa Pelo crivo Comum da Humanidade . O Acesso Opaco o fiel TEM UM Jesus se da Uma Partir e atraves da Própria Condição Humana. O crente Que Fala sobre Jesus experimenta los SUA Vida a Vida daquele Opaco E proclamado, POR ISSO E Capaz de Testemunha-lo. A Confissão de Fé los Jesus se delimitação AO Espaço Comum do SER HUMANO, na Sociedade, na Igreja, Nao Mundo da Arte e da Cultura. Localidade: Não HÁ Fé dessituada Fazer Âmbito da Humanidade. Só o SER HUMANO TEM Fé. Portanto, Fazer cristologia Hoje é resvalar na Questão Antropológica, propriamente dita, da humanização de Deus , climatizada na Encarnação não Verbo, Como Movimento quenótico do Encontro de Deus com a Humanidade. A Humanidade de Deus se Manifestação plena e fundamentalmente, Parágrafo TODO fiel crente, Nao Humano Fracasso, Isto É, na morte de cruz. Dai, a importancia de se refletir sobre o Evento da cruz ea Salvação da Humanidade. [6]
O Processo de Salvação da Humanidade portanto E Possível a Partir da Mediação de Jesus Cristo, o Crucificado-Ressuscitado. Jesus, o Messias, "Representação Deus Junto EAO Homens, Homens e OS Junto a Deus". [7] A morte de Jesus é Sua Espera confiante na RESPOSTA Fazer Pai, São ETAPAS FUNDAMENTAIS parágrafo à Fé de Todos cristãos OS. Localidade: Não Seria ousadia DiZer Opaco UMA morte e Ressurreição de Jesus São Forças propulsoras de parágrafo UMA Salvação da Humanidade, POIs o Filho assumindo UMA Experiência Humana Toda assumir UMA Humanidade. Nele, todo SER HUMANO E redimido e salvo. [8] Portanto, o denominador Comum dEste Processo salvifico da Humanidade ESTA propriamente na humanização de Deus vislumbrado na Encarnação-morte-Ressurreição de Jesus.
Portanto, vale considerar Opaco UMA Encarnação do Verbo desen Serviços compreendida SEM horizonte da Experiência Humanidade da final, Isto É, da morte. Deus se encarna Parágrafo SALVAR o SER HUMANO da morte. Para Jesus, a Proclamaçao da morte Localidade: Não ESTA desvinculada da Experiência filial da Ressurreição, Haja vista a MENSAGEM Central dos ANÚNCIOS da Paixão proferidos POR Ele (Mc 8,31; 9,31; 10,33-34). Estes RELATOS evidenciam Opaco UMA morte Localidade: Não ê UMA Certeza final, POIs o Filho Fazer Homem E o Ressuscitado. ASSIM, O Mistério de Cristo, na Encarnação-morte-Ressurreição, ESTA Acessível à Humanidade, Bem Como a Humanidade Temperatura Acesso, Por Jesus Cristo, um Deus, na Força do Espírito.

. 2 A Humanização de Deus: Acesso AO Homem

            A humanização de Deus Consiste na Mais Bela Notícia Do Fato Cristão. Em nenhuma outra Tradição religiosa UMA Divindade irrompe a Natureza Humana Como na Tradição Cristã. Deus se FAZ Homem, habita a História Humana, associa-se AO Projeto Humano, possibilitando a Salvação de TODO Gênero, expressando, POR FIM, SUA formidável Bondade.
            Em SENTIDO expresso, a humanização de Deus PODE Ser compreendida nenhum Evento da Encarnação. Na Encarnação do Verbo, Como Afirma Castillo, se UMA Manifestação humanização de Deus [9] . Do divino humanizado, na plenitude Fazer Humano, Revelação Jesus nn o Pai (Jo 14,6-14). Para Castillo, AO TRATAR da Tradição cristológica, Uma cristologia Descendente Comeca Pela consideração Que Deus desce do Céu e se FAZ Homem. Deus Revelação AO SER HUMANO Como limitações Próprias de SUA Condição Humana a Partir de Jesus. O Acontecimento cristologia Desta Central e UMA Encarnação de Deus los Jesus.
            A Cristologia Descendente TEM AINDA Espaço Garantido na DISCUSSÃO Teológica, Haja vista Opaco ELA Fala alto AO SER HUMANO fiel. O crente experimenta SUAS idiossincrasias e Temperatura Medo da morte. Esta Palavra sobre Jesus, a Cristologia, Que Leva los consideração UMA ontologia Própria Fazer Verbo encarnado, Bem Como a vicissitudes de Jesus (a Partir dos RELATOS Bíblicos), se aproxima das Angústias Humanas, Das Dores e sofrimentos, Opaco demarcação A História Humana. Esta cristologia "do Alto", na Esteira da Tradição eclesial, Nao se configurou metafisicamente , mas encarna percebeu Que Deus se na História Humana, EM Jesus, e assumir OS Limites e POTENCIALIDADES Humanas [10] . Este Deus TECE los Meio à Humanidade SUA Narrativa, possibilitando AO Homem UMA Hermenêutica diferenciada sobre SUA Própria Humanidade, ágora na imanência, los vias da plenificação . Só hum Deus Opaco nn Visita E Capaz de Tomar Nossa Vida e, a Partir de SUA Bondade, nn SALVAR, resgatar Nossa História, nossos anseios. 
            No Âmbito Desta Cristologia Localidade: Não se PODE esquivar de Pensar na morte e Ressurreição de Jesus, O Mistério Pascal. A par Morte e Jesus UMA culminação de Seu Projeto de Vida. A Missão de Jesus TEM Como Ponto de chegada SUA Entrega. Vilipendiado Pelos Hook Poderes Mundanos, Jesus Acolhe UMA morte na significação de Opaco ELA Representação uma glorificação de Deus. Jesus Localidade: Não Só assumir UMA SUA Encarnação Humanidade POR, mas assumir Toda Humanidade los SUA morte. A morte de Jesus Todas configuracao Como mortes Humanas, regidas Pela intolerância Humana, na Espera ansiosa da RESPOSTA de Deus, Que Localidade: Não o abandonará. A Ressurreição, POR SUA Vez, É O ULTIMO EO Maior de Todos Milagres Sistema Operacional, Isto É, UMA glorificação definitiva de Jesus, o "Prêmio Que o Pai Outorga AO Filho de parágrafo exibir Seu triunfo sobre SEUS Inimigos" [11] .
            Em SENTIDO Claro, AO Repensar a Cristologia, nos tempos hodiernos, o Cristão se Depara com o Fato de Que a humanização de Deus Localidade: solução Localidade: Não E hum Problema SEM. Localidade: Não se PODE deixar de LeVar los consideração UMA Cristologia ascendente . Essa nova forma de FALAR sobre Jesus de Nazaré, o Filho de Deus, o Cristo, Muito los voga Localidade: Não Âmbito Teológico de Hoje, se Constrói "de Baixo", Como Afirma Castillo [12] . A Cristologia " da base de de "ma Como Ponto de Partida O Homem Jesus de Nazaré. O SER HUMANO Jesus Vai se plenificando na História. A Ha Que se Pensar, sim, Que TODO SER HUMANO E convidado Pelo Humano qualificado AO Jesus, hum los vista humanizar-se da humanização plena, almejada POR Deus, o Criador. Nesta Perspectiva cristológica, o Ponto fulcral Localidade: Não ê UMA Encarnação, mas de UMA Ressurreição [13] . A Ressurreição de Jesus E Ponto climático da experimentada Vida, arraigada, imanência los plena. A Vida Histórica fazer Filho Jesus se irrompe Como "Espaço Infinito de possibilidades". [14] A Encarnação de Jesus, Como averigua Castillo, E Ponto de Partida e chave Primeira de compreensão Parágrafo trocadilho QUEM E Jesus, mas Tão com UMA Encarnação Localidade: Localidade: Não se PODE avançar na Reflexão cristológica. Se UMA Encarnação E o Ponto de Partida, o Ponto de chegada, o Ponto ápice da Cristologia, é, SEM Dúvida, a Ressurreição. Destarte, vale assegurar Opaco Uma "Localidade: Não Anula Ressurreição de Jesus a humanização de Deus Jesus Cristo los" [15] .
            Localidade: Não se Opondo à consideração Acerca da Encarnação Fazer Verbo, aferida Pela Cristologia Descendente , preferimos debruçar ágora sobre o Evento salvifico da Ressurreição. A Consiste Ressurreição No Ponto decisivo par a humanização de Deus e do Pará o Processo de humanização da Humanidade. Para Castillo, a Ressurreição e A Façanha da plenitude Fazer Humano EO cume de Nossa plena humanização. Tal compreensão POSSIBILITA trocadilho Que UMA Cristologia ascendente , privilegiando o Evento da Ressurreição, traduz OS anseios da compreensão da humanização de Deus, Abrindo As Portas de parágrafo discutir uma humanização Fazer Humano. A Ressurreição, Como Evento paradigmático da Vida de Jesus, E UMA Expressão de Fé los Deus Que autoriza a Vida Fazer Filho, Bem Como a Vida de TODO AQUELE Que Segue Seu Filho. A FE-Esperança Localidade: Não Ressuscitado credibiliza a Vida Fazer Cristão, Que Deus Percebe assumir inteiramente a Vida do Mestre Jesus, aniquilando Toda especie de desumanização causada Pela insensata morte. A Ressurreição de TODO SER HUMANO E a Palavra definitiva de Deus Opaco Localidade: Não se contenta com uma morte Fazer Serviços CRIADO a Sua Imagem e Semelhança Segundo SUA.
            Portanto, a humanização de Deus, Expressa POR antonomásia na Encarnação-morte-Ressurreição de Jesus, E Via de Acesso à humanização de Serviços TODO CRIADO. Resta perceber-SOE, a Partir da Expressão da Liberdade, a aceitação de tal Projeto humanizador, um Fim de O Homem Que Chegue à Perfeita Comunhão com Deus, Que desejou tornar-se Humano Parágrafo nn SALVAR los Jesus, o Filho e Redentor.

3 Humanização Fazer SER HUMANO:. Acesso à Salvação de Deus

            A Consiste los Ressurreição de Jesus Condição de possibilidade de um parágrafo humanização. No entanto, E na Condição Humana Que se experimenta a Ressurreição. PODE-SE, entao, DiZer Opaco UMA Salvação E uma Fazer humanização Serviços CRIADO Opaco Busca configurar-se com O Homem qualificado - o Ressuscitado - Jesus de Nazaré. Portanto, entendemos a Ressurreição Como Ponto culminante Localidade: Não Processo de humanização Fazer CRIADO Serviços, Nao quali irrompe a Salvação de Deus, na Pessoa Expressa Fazer Ressuscitado, Que vence Toda desumanização UO Mecanismo de aniquilamento, Chamado morte. De Modo absoluto, UMA humanização Fazer SER HUMANO POR visitado Deus FAZ-nn desconsiderar Toda possibilidade de auto-Salvação.
            Embora o TODO SER HUMANO busque SALVAR-se atraves dos Processos de emancipação e maturação Psíquico-emocional, Nao LHE E Possível chegar a plenificação, EM SENTIDO profundo, POIs, Semper LHE restará lacuna uma, a da humanização a Partir da Ressurreição de Jesus. Porem, na Liberdade salvífica de Cristo, mediador da Salvação universal, DA-SE de Pensar Que da ELE anseie Pela Salvação de Todos Homens OS. Localidade: Não havendo, portanto, necessidade suprema da Confissão UO Fazer Testemunho, mas Fazer Desejo MESMO de O Homem se humanizar. Jesus, Único mediador, E paradigma da humanização experimentada na gratuidade divina da Ressurreição. A salvífica díname Fazer Filho de Deus alcança Toda Humanidade Que caminha rumo à plenificação. A Partir fazer Desejo mobilizador do Coração Humano, Opaco Localidade: Não se entende POR esforços escrupulosos da Consciência, mas impulsionado Pela Liberdade do Crescimento e da Responsabilidade, Deus se compadece DELE, possibilitando-o à Experiência da Salvação. Deus deseja a Salvação Humana, Isto É, UMA humanização.
            A SER HUMANO plenificação Fazer, possibilitada Pela Salvação, TEM UM carater eminentemente escatológico, POIs TODO SER HUMANO E Chamado à Salvação los Deus, Isto É Exprime uma Vida em plena Ascensão, EM sintonia com o Projeto de Deus-Criador. A Realidade salvífica vislumbra o plano escatológico de Deus. Na Felicidade Fazer SER HUMANO, na Salvação Cotidiana concedida POR Deus PODE-se compreender o Que Sera, Sera o Localidade: Não escatón. ASSIM, Nao da Salvação de Deus, o SER HUMANO, POR contemplado tal Experiência, PODE compreender o Que Sera na plenitude . Na Ressurreição de Jesus, Toda Humanidade PODE compreender Aquilo Que Sera Localidade: Não Último Juízo, na consumação dos Tempos. Na Ressurreição inauguram-se OS tempos da escatologia.
            Desse modo, los se Tratando da Via de Acesso à escatologia, Uma Realidade salvífica de Deus, Jesus Cristo si situacao Como Ponto de Convergência Parágrafo Toda Humanidade. A Humanidade de Jesus, SUA Realidade minimamente Humana [16] atinge a Todos. Evidentemente ESTA Condição Humana de Jesus, que SERVIR de Paradigma parágrafos Toda Humanidade NAO ESTA circunscrita Como Religiões, Nem hum ritos, o MAS AO Humano puro. Jesus, o Vivente-Ressuscitado, conclama TODO SER HUMANO a regressar à Essência - Fazer Humano qualificado - Opaco Naturalmente procede de Deus e Retorna Parágrafo Deus.
            Destarte, o Evento Jesus Cristo PODE Ser considerado Lugar Comum Parágrafo UMA Salvação universal. Como Disse P. Tillich, Jesus Cristo Localidade: Não E esperado Como UMA Terceira Realidade Entre Deus EO SER HUMANO, MAS AQUELE Como Opaco "Representação Deus Diante do SER HUMANO" [17] . Diríamos Mais, Elemento E Deus Diante do SER HUMANO. Neste SENTIDO, EM Jesus, descobrimos "Que a humanização de Deus transcende ou humana o Supera o Porque e eliminação QUALQUÉR signo UO forma de desumanização". Jesus assume UMA essencial Humanidade [18] , salvaguardando-a dos perigos da indigência e Fazer aniquilamento. Ele. Torna-se O único Caminho de Acesso a Deus, Pois é o Novo Ser los Relação com Deus [19] , assumir Toda Humanidade, redimida POR SUA morte-Ressurreição, convertendo-se los Pontífice eterno e mediador universal da Salvação para Todos OS Irmãos SEUS.
            Portanto, Jesus Cristo Mostra EAO Que Vivem soluço Como CONDIÇÔES da Existência Humana Aquilo Que o SER HUMANO E essencialmente. [20] Concordamos, ASSIM, COM UMA Afirmação de P. Tillich quando Diz Que o paradoxo da MENSAGEM Cristã E, Opaco los UMA Vida Pessoal, um essencial Humanidade , apareceu soluço Como CONDIÇÔES da Existência SEM ELAS Serviços vencida POR. Este Deus-Humanidade essencial, Nao VEM SALVAR OS Parágrafo apenas indivíduos e Transformar hum Existência Histórica Fazer Humano ser, mas de parágrafo Renovar TODO o Universo.
             
4. Considerações Finais

            PODE-SE AFIRMAR Que Jesus Cristo, o Salvador, E AQUELE Opaco Manifestação a Vida de Deus EAO Homens. O Vivente-Ressuscitado admitir, um Humano Ser TODO, Parágrafo Semper o Espírito Que conduz à Vida, Uma humanização plena.
            Na humanização de Deus, O Homem vislumbra O Convite à Comunhão. DEUS É solicito e, EM Jesus Cristo, Verbo encarnado, uma Mostra-se amante do SER HUMANO, CRIADO a Imagem SUA. A Vida Fazer Ressuscitado - UMA essencial Humanidade - e Força propulsora Parágrafo UMA Vida Plena com Deus Criador. Jesus aponta o Caminho definitivo Parágrafo UMA nova Humanidade. Na História de Jesus, o Filho de Deus, se descortina UMA via de possibilidade de parágrafo compreensão da humanização de Deus. Sem Rosto de Jesus, descrito NAS Narrativas Bíblicas Fazer Novo Testamento, de forma clara Mais nn Evangelhos, Percebe-se uma Presença de Deus Opaco irrompe-se SEM horizonte da História Humana. A Encarnação, a Vida, Paixão, Morte ea Ressurreição de Jesus de Nazaré de n º s aproximam de Deus, Que los SUA inabitação , a VEM morar nsa Limites da Humanidade, fixando SUA tenda Entre NOS, Revelando o Modo novo da Vida Humana. Jesus VEM AO SER HUMANO ensinar UMA arte de se humanizar.
            Portanto, na Vida de Jesus, Caminho Aberto Para O Cristão trilhar, percebemos UMA Condição de possibilidade de um parágrafo ascendente Vida Humana. Jesus, EM SUA Liberdade Frente a lei, EM SUA próximidade com OS proscritos, proferiu Palavras proféticas. SUAS Palavras ecoam AINDA HOJE das nenhum Esperanças Horizonte e São levadas Pela Tradição genuina. Localidade: Não se esquecendo de Seu messianismo Autêntico, Jesus perturbou a afastar SEM Multidão, inclusive, a hostilidade dos Dirigentes Religiosos. Seu "Assassinato" E consequencia de SUA Profetia arraigada, pecadores de Aproximação SUA COM OS. Morto, Por nossos Pecados e Parágrafo nossos Pecados, Jesus se fez Irmão de Todos os empobrecidos da Terra. Bradando O Último Grito AO Pai: "Perdoa-lhes" ele se compadeceu da Miséria Humana. Ressuscitando DOS Mortos, E POR Atestado Deus, EM SUAS PALAVRAS e práxis. Em SUA pró-Existência Jesus aponta o Caminho lógico da Vida Que E dom de si. Inaugurando hum ritmo novo, escatológico, num Reinado Que Pertence a Deus indica, Jesus o Caminho de parágrafo UMA humanização fazer proprio Homem. Permanecendo los Espírito Entre nsa, na Comunidade Cristã, nos mobiliza a Prática do Amor e do Perdão. Por FIM, SUA Vida, morte e Ressurreição, testemunham UMA obediencia fiducial e se confirmam Como convites de parágrafo UMA plena Ascensão Fazer Humano.
            Na Dinâmica da Vida de Jesus, na totalidade de SUA Existência singular, o SER HUMANO E Chamado à humanização. No Humano essencial e qualificado vislumbra-se um entregue Vida, ea morte de hum resiliente clara Esperança na Ressurreição. Nele, Jesus Cristo Salvador, ve-se a Vida de Deus, Como UMA oblação de Todos os Seres Humanos Pelo Simples Fato de Ser dom , dom de Deus.

5. Bibliografia

CASTILLO, JM La humanización de Dios. Ensayo de Cristologia. Madrid: Trotta, 2009.

COMBLlN, José. O debate sobre o universalismo Atual Cristão. Concilium, n. 155, (1980), p. 74-83.

GRESCHAKE, G. Por une théologie de la mort. Em. Concilium. n. 94, (1974), p. 87-101.          

LACOSTE, Y. (Dir.). Dicionário Crítico de Teologia. São Paulo: Paulinas; Loyola, 2004.

RIBEIRO, C. de O. Religiões e Salvação: Indicações de n o Diálogo inter-Religioso na Teologia de Paul Tillich. In: Numen: revista de Estudos e pesquisa da religião. Juiz de Fora, v 3, n.2 (2000), p. 31-46.

TILLICH, P. Teologia sistemática . 5. ed. São Leopoldo: Sinodal, 2005.



[1] Este Artigo SERVIU Parágrafo uma Conclusão do Curso de Cristologia, na Pós-Graduação em Teologia da FAJE. A Temática do Seminário de Leituras FOI: A humanização de Deus. O Termo invertido, Deus-homem, E Título da obra de Anselmo de Cantuária: "Por Que hum Deus-homem".
[2] Cf. .. RIBEIRO, Cláudio de Oliveira. Religiões e Salvação: Indicações de n o Diálogo inter-Religioso na Teologia de Paul Tillich. In: Numen: revista de Estudos e pesquisa da religião. Juiz de Fora, v 3, n.2 (2000), p. 31-46.
[3] Exitus-Reditus, Como afirmaram Boaventura e Santo Tomás. No plano da Criação pensou-se na SAÍDA dos Seres Parágrafo fóruns de Seu Princípio e de Seu "Retorno" um Princípio ESSE. Exitus-Reditus (Tomás, ue enviados. ) e egressus-regressus (Boav. I Sent., d. 37 ). Cf. FERNANDEZ, I. "Criação". In: LACOSTE, Y. (Dir.). Dicionário Crítico de Teologia. São Paulo: Paulinas; Loyola, 2004, p. 474.
[4] "O Que Localidade: Não FOI assumido Pelo Verbo Localidade: Não PODE Ser redimido", o Adagio Teológico atribuído a Gregório de Nissa (394 d C..) Localidade: Não Combate ao Apolinarismo. Gregório se dedica a conciliar a Afirmação da impassibilidade divina ea plena Humanidade de Cristo. Encarnando-se, o Filho Participação da "Natureza Comum", um de Todos os Seres Humanos, o Opaco inclui crescimentos e "Paixões" (OU SEJA, a capacidade de Mudanca, do Nascimento a morte ", com Exceção do Pecado" (Hb 4 , 15), Cf VINEL, F. "Gregório de Nissa" In:.. LACOSTE, Y. Op Cit .. p .. 787
[5] Comblin, J. O debate sobre o universalismo Atual Cristão . In: Concilium, n. 155, (1980) . p. 81.
[6] Isto também E hum Preocupação de Fundamentos de P. Tillich na obra El Futuro de las Religiones (Buenos Aires: La Aurora, 1976).
[7] TILLICH, P. Teologia Sistemática, p. 374.
[8] Segundo Greschake, "Pela morte de Jesus, a História do Sofrimento e da Morte do Mundo E introduzida na História de Deus". Cf. GRESCHAKE, G. Por une théologie de la mort. Em. Concilium. n. 94, (1974). p. 87.
[9] CASTILLO, JM La humanización de Dios. Ensayo de Cristologia. Madrid: Trotta, 2009.  p. 335.
[10] Faz-se oportuno lembrar Karl Rahner Opaco, EM 1954, propos hum Programa de Renovação da Cristologia: Repensar a Relação da cristologia Clássica AO Testemunho Bíblico; completar UMA POR UMA cristologia ontológica cristologia existencial, interrogar UMA Definição de Calcedônia, considerada Mais Como hum Comeco Fazer Opaco Como hum FIM, desenvolvendo UMA cristologia transcendental, IstoÉ, deduzir Como CONDIÇÔES de possibilidade nenhuma Homem da Credibilidade do Cristo (Cf. Sesboué, B . "Cristo / Cristologia". In: LACOSTE, Y. .. Op. Cit. p 488..
[11] CASTILLO, p. 336.
[12] CASTILLO, p. 337.
[13] Sesboué peso explicativo Opaco UMA cristologia ascendente toma los consideração a História de Jesus e articula a Relação Entre História e Fé à luz da Correspondência Entre o Jesus terrestre EO Cristo glorificado. (Cf. Sesboué em:. LACOSTE, Y. . .. Op. Cit . p 488).
[14] CASTILLO, p. 337.
[15] CASTILLO, p. 143.
[16] CASTILLO, p. 19
[17] TILLICH, P. Teologia Sistemática. 5. ed. São Leopoldo: Sinodal, 2005 p .. 384
[18] Este Termo Aparece na obra Teologia Sistemática de P. Tillich, Parágrafo designar Jesus, o Filho de Deus, o Ser Novo, Isto É, o Ressuscitado. Cf. TILLICH, p. 384.
[19] TILLICH, P. 384.
[20] TILLICH, p. 387.