terça-feira, 4 de junho de 2013



Foto: “ Pensai numa mãe solteira que vai à Igreja, à paróquia e diz ao secretário: Quero batizar o meu menino. E quem a acolhe diz-lhe: Não tu não podes porque não estás casada. Atentemos que esta mãe que teve a coragem de continuar com uma gravidez o que é que encontra? Uma porta fechada. Isto não é zelo! Afasta as pessoas do Senhor! Não abre as portas! E assim quando nós seguimos este caminho e esta atitude, não estamos fazendo o bem às pessoas, ao Povo de Deus. Jesus instituiu 7 sacramentos e nós com esta atitude instituímos o oitavo: o sacramento da alfândega pastoral. (...) Quem se aproxima da Igreja deve encontrar portas abertas e não fiscais da fé!" (Papa Francisco)


Voz de Francisco!


“ Pensai numa mãe solteira que vai à Igreja, à paróquia e diz ao secretário: Quero batizar o meu menino. E quem a acolhe diz-lhe: Não tu não podes porque não estás casada. Atentemos que esta mãe que teve a coragem de continuar com uma gravidez o que é que encontra? Uma porta fechada. Isto não é zelo! Afasta as pessoas do Senhor! Não abre as portas! E assim quando nós seguimos este caminho e esta atitude, não estamos fazendo o bem às pessoas, ao Povo de Deus. Jesus instituiu 7 sacramentos e nós com esta atitude instituímos o oitavo: o sacramento da alfândega pastoral. (...) Quem se aproxima da Igreja deve encontrar portas abertas e não fiscais da fé!" (Papa Francisco)



Mudanças de atitudes e mentalidades também procedem daqueles que assumem postos importantes, cargos difíceis, não por privilégios mas por graça, dentro da Igreja. Se dizemos que a "Igreja não muda" estamos enganados... Nós é quem precisamos mudar, sermos mais flexíveis, mais caridosos e solidários: "Amai-vos uns aos outros". Se não mudarmos por nós, não esperemos que outros mudem também... Atitudes mais sensíveis, pautadas na práxis de Jesus, devem permear o agir Cristão no mundo, a fim de que outros, não-cristãos, acreditem que Cristo ainda vive, reina neste mundo. As práticas mesquinhas, arrogantes e prepotentes devem ser dirimidas e extintas na comunidade Cristã e no mundo, pelo simples fato de que somos todos irmãos e como fraternidade somos desafiados à vivência do amor, a Lei de Cristo, a lei que muitos seres humanos ainda desconhecem. 

Pe. Junior Vasconcelos do Amaral

Editor da Revista Theologando

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